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Dom Ricardo Hoepers recebe presidente do Comitê Brasileiro de Clubes Paralímpicos

O encontro foi oportunidade de confirmar a participação de dom Ricardo Hoepers no Summit CBCP 2026, considerado o maior encontro nacional do esporte paralímpico e paradesportivo de clubes. O evento, de acordo com o Comitê de Clubes Paralímpicos, “será um momento de conexão, fortalecimento da gestão administrativa e esportiva, aprofundando os conhecimentos que impulsionam o desenvolvimento do esporte paradesportivo/paralímpico”.

O presidente da CBCP, João Batista Carvalho e Silva, destacou que o esporte paralímpico nasce nos clubes, “ali que nascem os atletas que vão representar o nosso país e ter a CNBB conosco nesse evento, que é o mais importante dos clubes paralímpicos, é fundamental”.

 

Aproximação com as Pastorais

Ele partilhou a intenção de aproximar a organização das pastorais da Igreja Católica, como a crescente Pastoral da Inclusão, “para que a gente possa fazer um trabalho conjunto de motivação, de incentivo, para que pessoas com deficiência possam buscar um caminho para suas vidas”.

Durante o evento, marcado para o início de novembro, em Brasília (DF), um padre argentino vai partilhar a iniciativa da criação de clubes paroquiais que trabalham na perspectiva da inclusão pelo esporte.

Assim, a ideia será reforçada no Brasil, “para que paróquias que tenham interesse em organizar os seus clubes possam contar com o apoio do Comitê Brasileiro de Clubes Paralímpicos”, explicou Pedro Trengouse. A referência é a iniciativa promovida e incentivada a partir do Dicastério para a Cultura e a Educação do Vaticano por meio da Pastoral do Esporte.

 

Sensibilização

Pedro Trengrouse recordou a participação de dom Ricardo na edição de 2024 do evento. Naquela ocasião, o secretário-geral da CNBB falou da contribuição da Igreja para o esporte paralímpico.

“As primeiras competições paralímpicas da história aconteceram no Vaticano, em 1905/1906. E dom Ricardo trouxe essa história para o evento em 2024, quando ele teve a oportunidade de falar para esses clubes brasileiros. E esse papel da Igreja como farol que ilumina o caminho é muito importante e sensibilizou todos os participantes”, disse Pedro.

O caminho que o Brasil trilha nos esportes paralímpicos é considerado referência para países do mundo inteiro, especialmente na perspectiva do esporte como ferramenta de inclusão, de saúde, de construção de uma sociedade mais solidária, mais humana, mais fraterna, destacou Pedro. Para ele, a aproximação com a Igreja representa muito, tanato para o esporte paralímpico, quanto para a própria Igreja.

 

 

 

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